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Por que é que pai dos meninos abandonados ainda não veio abraçar os filhos e a verdadeira razão que o impede de ficar com a guarda dos meninos

Por que se esconde o pai dos meninos abandonados? Esta foi a questão lançada esta segunda-feira num artigo da FLASH!. Questionávamos a razão pela qual este homem insiste em ficar no anonimato, o que o leva a manter-se em França quando os filhos passam (ou passaram) por dias de grande angústia em Portugal e o que está por trás de não ter guarda partilhada com a mãe dos menores, tendo apenas direito a visitas ocasionais e supervisionadas decretadas pelo Tribunal de Família de Colmar.

Perante os últimos e dramáticos acontecimentos, o Tribunal vai voltar a analisar se este pai vai poder ficar com os filhos já que a mãe, Marine Rousseau, que neste momento está em prisão preventiva por ter abandonado os filhos à beira de uma estrada nacional entre Alcácer do Sal e a Comporta, expondo as crianças de 5 e 3 anos aos mais variados perigos, perdeu definitivamente o direito de ficar com Zacharie e Barthélémy.

Depois de todas as questões lançadas, a FLASH! está em condições de dar as respostas a tantas interrogações que ainda pendiam sobre este pai de identidade escondida. Contactamos uma fonte ligada ao processo que está a correr no Tribunal de Setúbal e apuramos que muito dificilmente este homem poderá ficar com os meninos.

As razões? Ao contrário do que se possa pensar isso não tem nada a ver com um eventual passado menos recomendável deste homem. É o presente que representa o principal entrave a que fique com os filhos. Foi garantido à FLASH! que este homem vive numa barraca e numa “condição de quase miséria”. “É impossível ficar com as crianças…”, assevera a nossa fonte. Só uma ajuda do Estado francês poderá resolver a situação, mas isso também será pouco provável que venha a acontecer. Terá que se reerguer sozinho se quiser ficar com Zacharie e Barthélémy e lutar por eles no futuro.

E é essa sua frágil condição de vida que o levou a ter visitas condicionadas e supervisionadas quando se separou de Marine Rousseau. Sem um teto decente, este pai não tinha para onde levar os filhos e passar tempo com eles. É também a falta de dinheiro que impede o ex-companheiro da sexóloga de viajar para Portugal. Não tem como comprar um bilhete e meter-se num avião para vir abraçar as crianças.

Por fim, será também a sua situação de “quase miséria” que o leva a não dar a cara e a não revelar a sua identidade.

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