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Enfermeira assassina quer dinheiro e liberdade

Seis anos depois de ter ajudado a namorada a matar, desmembrar e esconder o cadáver de Diogo Gonçalves, Mariana Fonseca foi encontrada na Indonésia, em março deste ano. Absolvida na primeira instância, acabaria condenada pelo Tribunal da Relação de Évora à pena máxima – 25 anos de cadeia.
Os juízes do Supremo Tribunal de Justiça fixaram, meses mais tarde, a pena em 23 anos de prisão. Mariana, enfermeira de profissão, fugiu entretanto para Jacarta, onde pensou que conseguia escapar às autoridades.









