Pedro Chagas Freitas homenageia a jornalista Tânia Laranjo!

O trabalho desenvolvido mereceu agora uma homenagem pública por parte do escritor Pedro Chagas Freitas. Através do Instagram, o autor partilhou um extenso texto onde enaltece não só o profissionalismo, mas também a dimensão humana da jornalista.
“Gosto muito da Tânia Laranjo. Não gosto é dos merd*s”, começa por escrever, numa reflexão onde critica o elitismo e a postura de superioridade que, na sua perspetiva, ainda marcam parte do meio. Para Pedro Chagas Freitas, Tânia Laranjo representa precisamente o oposto dessa atitude: alguém que sente, que está presente e que não se coloca acima de quem retrata.
Ao longo da publicação, o escritor defende um jornalismo mais próximo das pessoas e menos preso a formalismos. “O jornalista tem de ser uma pessoa. Tem de andar no terreno, tem de sentir o espaço, tem de ser observador da história, e não apenas o narrador”, afirma, sublinhando que a profissão “é tão bonita quando há jornalistas como a Tânia”.
Outro dos pontos destacados é a capacidade da profissional de rir de si própria e lidar com críticas, memes e comentários nas redes sociais. Para o autor, essa leveza e consciência pessoal revelam grandeza: “A grandeza vem dessa capacidade de levar muito a sério tudo o que fazemos e ao mesmo tempo não nos levarmos muito a sério.”
Na parte final do texto, Pedro Chagas Freitas reforça a ideia de que o jornalismo “precisa de mais vida” e de profissionais que se envolvam genuinamente com as histórias que contam. “O jornalismo precisa de mais Tânias Laranjo, que não sejam autómatos gélidos de um qualquer livro de regras”, conclui, numa clara demonstração de admiração pela jornalista.
A publicação, datada de 12 de fevereiro, rapidamente reuniu reações e elogios, evidenciando o impacto do reconhecimento público numa altura em que o papel do jornalismo volta a estar no centro do debate.








