Pavlidis explica por que não celebrou golo e revela pedido de Marco Silva: «Diz-nos para nos mantermos humildes»

Autor de um golo na vitória do Benfica sobre o Omonia, Vangelis Pavlidis assumiu o dia especial que viveu por jogar em Chipre e mostrou-se feliz pela forma como o jogo correu aos encarnados.
“Foi muito bom jogar pela primeira vez em Chipre e num estádio de matriz grega. Gostei muito do ambiente, foi realmente especial. Senti muito carinho já no aquecimento e por isso é que não festejei o meu golo, pelo respeito que tenho por estas pessoas. O meu irmão vive na ilha. Gostei bastante do ambiente, da forma como me acolheram e foi um gesto que me veio do coração”, começou por dizer, à Sport TV.
É agora o quarto melhor marcador estrangeiro da história do Benfica. Isto é especial para si também?
Não sabia disso, mas é claro que é muito especial quando jogas num clube enorme como o Benfica e consegues alcançar feitos, tanto no rendimento coletivo da equipa como a nível individual. Fico muito feliz por isso, quero continuar assim e dar o meu melhor pelo clube.
Onde é que esta equipa pode chegar na Liga Europa? Vemos um Benfica que é quase como uma máquina em termos ofensivos…
Sobre o rendimento da equipa, não quero falar em demasia. O treinador pede-nos para nos mantermos humildes e irmos jogo a jogo. Vimos que, se baixarmos o nosso rendimento como aconteceu na primeira parte, não conseguimos ganhar assim. Na segunda parte compreendemos – todos no balneário perceberam – que tínhamos de dar muito mais. Falar do futuro é ir longe demais e não me quero focar nisso. O foco tem de estar nos oito jogos que temos pela frente nesta fase, procurar ficar nos primeiros oito lugares e depois pensar jogo a jogo. É a única forma de alcançar objetivos.






