“Fazer história no Benfica”, as coisas de que “abdicou” e a importância de Marco Silva: o que disse João Palhinha

Depois de assinar pelo Benfica até ao final da época 2029/30, João Palhinha explicou o processo da sua ida para a Luz. Contratado por 14 milhões de euros ao Bayern Munique – mais 5 M€ por objetivos -, o médio admitiu que este desfecho não estava na sua mente até há bem pouco tempo, destacando Marco Silva e Rui Costa como elementos fundamentais para a sua decisão, assim como o querer estar perto da família, nomeadamente os filhos.
“Primeiro que tudo, só eu e a minha família é que temos noção daquilo de que eu tive de abdicar para estar aqui. Muito se falou, mas nunca ninguém ouviu da minha boca o que vou dizer neste momento. A verdade é que houve momentos difíceis de tomar uma decisão nesta fase, porque envolvia muita coisa, mas o lado familiar, acima de tudo, juntamente com a força da estrutura, como referi em ter-me presente, foram os principais pontos na minha tomada de decisão em voltar ao meu país. Se me pergunta se era aquilo que eu talvez pensasse há uns meses, diria que não, muito sinceramente. Mas a verdade é que as circunstâncias, tudo aquilo à minha volta, questões familiares, nomeadamente os meus filhos, e toda a força que a estrutura fez, quer o Marco, quer o presidente, fizeram-me repensar os meus objetivos de carreira”, começou por dizer o internacional português à BTV, admitindo que “concretiza um objetivo” ao assinar pelas águias, por quem fez um treino de captação aos 16 anos, quando estava no Sacavenense – mais tarde rumaria ao Sporting.
Só eu e a minha família é que temos noção daquilo de que eu tive de abdicar para estar aqui.
“Concretizo também um objetivo. E é muito bonito eu estar aqui hoje, pela história passada, que já disse publicamente. Já tinha estado aqui no Seixal a treinar e voltar aqui desta forma é especial para mim e marcante, sem dúvida, quer para mim, quer para a minha família, mas o fator familiar e o fator da força da estrutura foram os mais importantes para eu voltar ao meu país, a casa, e nada me pode deixar mais feliz do que estar num clube que almeja grandes conquistas e poder, de certa forma, celebrá-las junto da minha família. São momentos mais marcantes que eu pretendo ter futuramente e, sem dúvida, que é um dos objetivos que eu quero para o futuro”, acrescentou.
A verdade é que as circunstâncias, questões familiares, nomeadamente os meus filhos, e toda a força que a estrutura fez, quer o Marco, quer o presidente, fizeram-me repensar os meus objetivos de carreira.








