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Novas informações sobre os apresentadores da RTP

A RTP, Rádio e Televisão de Portugal, está no centro das atenções após uma auditoria realizada pela Inspeção-Geral de Finanças (IGF) à situação financeira da estação pública. A empresa, que existe há 69 anos, é financiada, entre outras fontes, através da contribuição para o audiovisual paga pelos consumidores nas faturas de eletricidade.

Nos últimos dias, a divulgação de informações constantes de um relatório da IGF gerou polémica, sobretudo devido aos valores auferidos por alguns profissionais da estação pública.

Entre os apresentadores mais bem pagos estará Fernando Mendes, rosto de “O Preço Certo” há mais de duas décadas, com um vencimento apontado em cerca de 20 mil euros mensais.

Logo depois surge Catarina Furtado, com aproximadamente 15 mil euros por mês. Vasco Palmeirim aparece na terceira posição, com um salário base de cerca de 10 mil euros, ao qual acrescerão valores adicionais relacionados com a apresentação de diferentes programas.

Os números divulgados abrangem ainda outros rostos conhecidos da RTP. Tânia Ribas de Oliveira surge com cerca de 10 mil euros mensais, enquanto Jorge Gabriel terá um vencimento de aproximadamente 7.500 euros, após uma recente renegociação contratual. Já Sónia Araújo receberá cerca de 6 mil euros por mês.

20 funcionários recebem mais do que o presidente da RTP

O relatório da IGF terá identificado ainda 20 funcionários da RTP — entre diretores e jornalistas — com remunerações superiores às do presidente do Conselho de Administração da estação, Nicolau Santos.

Segundo os dados divulgados, o salário mais elevado entre esses profissionais rondará os 18 mil euros mensais, enquanto Nicolau Santos aufere cerca de 8.173 euros por mês.

A divulgação destes valores reacendeu o debate sobre os custos da televisão pública portuguesa, a gestão dos recursos financeiros da RTP e a necessidade de garantir transparência na utilização de fundos provenientes dos contribuintes.

Os valores agora divulgados têm gerado forte repercussão na imprensa e nas redes sociais, colocando novamente em discussão os critérios utilizados pela RTP para definir as remunerações dos seus principais profissionais.

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