Notícias

Depressão Oriana traz chuva forte e rajadas até 80 km/h

A depressão Oriana não irá afetar diretamente Portugal continental, mas deverá provocar, entre a tarde de quinta-feira e a manhã de sexta-feira, períodos de chuva por vezes forte e vento com rajadas até 80 quilómetros por hora em quase todo o território, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). De acordo com […]

A depressão Oriana não irá afetar diretamente Portugal continental, mas deverá provocar, entre a tarde de quinta-feira e a manhã de sexta-feira, períodos de chuva por vezes forte e vento com rajadas até 80 quilómetros por hora em quase todo o território, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o IPMA, Portugal continental será atravessado por “um sistema frontal associado a uma região depressionária centrada a norte da Península Ibérica”, que, ao deslocar-se para Espanha, dará origem à depressão Oriana. O instituto sublinha que o desenvolvimento da depressão ocorrerá já em território espanhol, motivo pelo qual não afetará diretamente o país.

Ainda assim, o sistema frontal deverá originar precipitação, localmente intensa, e vento forte. Perante estas previsões, o IPMA colocou sob aviso amarelo de chuva os distritos de Viseu, Évora, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga.

Estes distritos, a par de Bragança, Faro e Beja, estarão também sob aviso amarelo devido ao vento.

Entretanto, a depressão Nils provocou esta quinta-feira chuva e vento por vezes fortes, apesar de também não ter afetado diretamente Portugal continental. O aviso associado a esta situação termina às 23h59 de hoje.

Desde a passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, registaram-se 16 vítimas mortais em Portugal, além de centenas de feridos e desalojados. A mais recente vítima foi um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro, no concelho de Pombal, quando tentava reparar o telhado da casa de uma familiar, tendo falecido a 10 de fevereiro nos Hospitais da Universidade de Coimbra.

Entre as principais consequências do mau tempo contam-se a destruição total ou parcial de habitações, empresas e equipamentos, queda de árvores e estruturas, cortes de estradas, encerramento de escolas e serviços de transporte, falhas no fornecimento de energia, água e comunicações, além de inundações e cheias. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

Face à situação, o Governo prolongou até dia 15 a situação de calamidade em 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio que pode atingir os 2,5 mil milhões de euros.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo